quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Debate sobre o aborto na TV iG com o prof. Hermes R. Nery e uma das “Católicas” Pelo Direito de Decidir

Nesse link
http://www.youtube.com/watch?v=ZuVzMfVMIjg#t=358
O professor Hermes Nery refutou belamente essa mulher que se diz católica e a favor do aborto.
Ela esteve no programa "Na Moral" na TV Globo, e se apresenta com argumentos ridículos!
Ela diz que a um setor da Igreja é pró-morte porque são contra o aborto e as mulheres que o fazem tem a saúde danificada, mas a Igreja toda não pensa assim, só uma parte.
RIDÍCULA.
Tá brincando com a fé do povo, não devia nem tocar no nome da Igreja.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A importância de rezar pelas almas do Purgatório

É certo, diz um autor, a ingratidão não pode existir no Purgatório. Aquelas benditas Almas hão de proteger e socorrer os que as aliviam nesta vida com seus sufrágios.

O célebre Cardeal Baronio  conta que uma pessoa devota das Santas Almas foi terrivelmente tentada na hora da morte. Estava desolada e quase em estado de desespero, quando uma multidão de pessoas veio em seu auxílio. Logo ficou livre de toda tentação e entrou em doce paz. Perguntou curiosa:

- Que multidão é esta que entrou aqui e na mesma hora senti tanto alívio e fui socorrida pelo Céu?

- Somos as Almas que tirastes do Purgatório, responde uma doce voz e viemos buscar a vossa Alma para juntos entrarmos no Céu.

Ao ouvir estas palavras, a agonizante feliz sorriu e expirou. São Felipe Neri era também devotíssimo das almas, e, cheio de caridade, nunca deixou de socorrê-las em toda sua vida. Muitas vezes lhe apareceram para lhe testemunhar uma gratidão profunda. Depois da morte do Santo, um de seus confrades o viu na glória do Céu, cercado de uma multidão de bem-aventurados no esplendor da glória eterna.

- Que corte é esta que vos cerca? Pergunta o Padre.

- São as Almas que com meus sufrágios ficaram livres do Purgatório. Vieram me acompanhar na glória..
Um dia Santa Brígida, numa visão que teve do Purgatório, ouviu a voz de um anjo que descia do Céu para consolar as Almas e repetia:
Bendito seja aquele que ainda na Terra enquanto vivo, ajuda as Almas do Purgatório com suas orações e boas obras! A justiça de Deus exige que necessariamente as Almas sejam purificadas pelo fogo, e as obras boas dos amigos das Almas as possam livrar do sofrimento.

     Doas abismos a Santa ouviu também esta súplica:
“Ó CRISTO JESUS, nosso Juiz justíssimo, em nome de vossa misericórdia infinita, não olheis as nossas faltas que são inumeráveis, mas os méritos do vosso Preciosíssimo Sangue derramado na Paixão! Senhor, fazei que os eclesiásticos, religiosos e prelados, com um sentimento de caridade que Vós lhes dareis, venham nos socorrer em nossa triste situação por suas orações, esmolas, indulgências e que eles nos tirem de nossa triste situação.”
Outras vozes respondiam agradecidas: Graças, mil graças, Senhor, a todos os que nos aliviam em nossos sofrimentos. Senhor, que o vosso poder pague o cêntuplo aos nossos benfeitores que nos trazem a vossa eterna e divina luz.
Era a voz da gratidão do Purgatório. Na morte e depois da morte, seremos recompensados pelo que tivermos feito em sufrágio das benditas Almas do Purgatório.
(Mons. Ascânio – Tenhamos compaixão das Pobres Almas do Purgatório, pág 32.)

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Oito razões e quatro testemunhos que não justificam o aborto em caso de estupro

A Associação Direito de Viver tem difundido “oito razões pelas quais um estupro não justifica abortar nenhuma criança”, devido a um caso de estupro que resultou numa gravidez no Chile, um país sem aborto desde 1983 e com a melhor saúde maternal de todo o continente americano (com exceção do Canadá).
O ESTUPRO NÃO JUSTIFICA O ABORTO: OITO RAZÃOES
  1. O aborto, seja qual for a situação da mãe, supõe acabar com a vida de um ser humano.
  2. O estupro é uma atrocidade e um delito que deve ser condenado. Mas o embrião não é culpado do que aconteceu com a mãe, nem que seu pai seja um criminoso.
  3. O culpado do estupro não é o embrião, porém querem torna-lo a principal vítima.
  4. Se não temos pena de morte, nem sequer para o estuprador, por que alguns a defendem para o bebê?
  5. A mãe não tem que ficar com o filho. A adoção é uma resposta mais humana.
  6. O aborto não soluciona, não cura, não faz desaparecer o fato ocorrido. O trauma da violação se junta ao do aborto.
  7. A história pessoal do embrião ou suas características familiares não lhe tiram a sua dignidade.
  8. A qualidade de vida do embrião, e portanto a sua dignidade e proteção, não depende do que aconteceu entre os seus progenitores.
São muitos os testemunhos de mulheres que têm amado seus filhos depois do estupro… e de pessoas que agradecem não terem sido abortadas apesar de serem concebidas através de um abuso.
GERADA EM INCESTO: ADOTADA QUE ADOTOU
Kristi Hofferber descobriu que foi concebida em situação de incesto: seu avô/pai violou a sua mãe. E Kristi disse: “por favor, não matem crianças através do aborto, assim como eu quase fui abortada”.
“Agradeço muito a minha mãe biológica por ter me protegido e dado em adoção. Ganhei uma família maravilhosa que me acolheu de braços abertos e me deu o amor e cuidado que necessitava”. Kristi hoje ajuda a muitas mulheres, está casada com um adotado e tem adotado outras crianças.
SUA FILHA HOJE É REPLETA FELICIDADE
Também a colombiana Veronica Cardona ficou grávida aos 16 anos de idade depois de ter sido estuprada por seu próprio pai. Defendeu a vida do bebê e, cinco anos depois de viver esse drama, exorta as mulheres que passam por casos parecidos a que “não tenham medo de decidir pela vida, não tenham medo de se decidir pelo amor”.
“Eu não tinha o direito de tirar a vida de ninguém, e menos ainda de uma pessoinha indefesa, uma pessoinha que não havia feito nada a mim”, assinala. Hoje vive feliz com sua filha de cinco anos e foi capaz de perdoar todos os que a fizeram mal.
“PODE SAIR ALGO BOM: EU SOU ESSE ALGO”
Outro caso é o de Ken, um norte-americano que disse às mães: “O estupro é espantoso, porém o que quero dizer às mulheres que não estão entendendo é o seguinte: podes assumir esse fato terrível que aconteceu contigo e tirar algo bom disso. Esse algo sou eu”.
Ken conta que sua mãe “quando tinha 15 anos, foi golpeada com um bastão de beisebol e estuprada. Então, uma instituição católica de caridade foi quem a socorreu e teve a mim, tomou a valente decisão de me conservar…de me deixar viver. Logo fui adotado. Estou casado há 15 anos, e tenho três filhos…e queria falar em nome daqueles que não têm voz”.
“Estou cansado daqueles que tratam essas crianças como se fossem nada. Sendo que podem nascer, podem crescer, podem chegar a ter uma vida extraordinária”, conclui Ken.
MÃE: DROGADA E ESTUPRADA EM GRUPO
Alfar Antônio Vélez conta como a sua mãe, aos 27 anos, foi drogada e estuprada por um grupo de companheiros de trabalho bêbados na Colômbia. Contudo, era uma mulher de fé, teve a criança, a educou…e hoje, para seu orgulho e alegria, Alfar é um sacerdote missionário na Argentina.
“Ela dizia que apesar das circunstâncias terríveis, levava em seu ser o milagre de uma nova vida, uma vida que Deus a havia dado e que, por suas convicções, não podia abortar.
E que se deus lhe havia dado, devia ter algum sentido. Para ela o mais difícil era não poder me dar um pai que me amasse, que me ensinasse a caminhar, porém ela levava o sentimento de que eu a preenchia totalmente. E que, cedo ou tarde, seria seu apoio. Depois de viver três anos comigo, acometida por uma enfermidade, veio a falecer em 2009, foram pra ela os anos mais belos de sua vida”, recorda seu filho que ajuda muitas pessoas.
UM BAIRRO ACOLHEDOR
Em 2011 na Argentina se tornou conhecida a história de Hilda, que foi estuprada por um parente que se aproveitou de sua deficiência psíquica, ficou grávida. Porém o bairro desta família, pobre mas generoso, resolveu ajuda-la e desenvolveu um grande amor pelo bebê: foi concebido na violência, entretanto nasceu rodeado de amor.
Fonte: Religión en Libertad (religionenlibertad.com). Acesso: 20 de agosto de 2013.
Tradução do Espanhol: Reparatoris

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O programa "Na Moral" e a tentativa de manipulação dos espectadores

Eu não posso deixar de exprimir a mais profunda repulsa que eu senti quando assisti ao programa “Na Moral”, do apresentador Pedro Bial. Primeiro quero deixar bem claro que a participação do bispo auxiliar da Diocese do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto, foi fantástica. Sobre a senhora que se diz Católica e a favor do aborto, melhor nem comentar. Aliás, ela nem deveria se dizer Católica já que vai contra um ensinamento da Igreja.
Os dados de pesquisas feitas no Brasil mostram que pelo menos 70% da população brasileira é contra o aborto, crime em nosso país. Diante disso, vem as feministas e simpatizantes afins como um enxame de abelhas dizendo que a mulher PRECISA TER “a liberdade de decisão”, e que o aborto é um DIREITO (de quem?). É ÓBVIO que a mulher TEM A LIBERDADE DE DECISÃO em relação à sua gravidez. Uma vez grávida, ela vai decidir se quer ser MÃE ou ASSASSINA, matando o próprio filho “se livrando” de um problema.
A Igreja não reprime a mulher, pelo contrário, ela MOSTRA O QUE É DIGNIDADE, tema principal da Carta Encíclica “Mulieris Dignitatem”, do beato João Paulo II. A Igreja respeita a vida desde a concepção porque é ali que um ser humano começa a se desenvolver e se formar. Dom Antônio Augusto foi questionado sobre quando começa a vida, logo, ele disse que no zigoto, no genoma humano. O Dr. Dráuzio Varela, quando questionado sobre o mesmo ponto, disse que no genoma humano há vida, mas que não podemos chamar “isso” de vida humana. Ora, então o genoma não se desenvolve, não se torna uma criança? Ele poderia até dizer isso se do genoma se formasse um cavalo, cachorro, ET, etc. MAS O GENOMA É VIDA, PORQUE JÁ É UMACRIANÇA QUE VAI CRESCER! TODOS QUE NASCERAM PASSARAM POR ESSA FASE DE DESENVOLVIMENTO CELULAR, QUALQUER SER VIVO COMEÇA A SE DESENVOLVER POR DUAS CÉLULAS QUE SE ENCONTRAM.
A atriz Cláudia Abreu afirmou: “Eu sou a favor do aborto, desde que isso não banalize o aborto e a falta de cuidado das mulheres”. Então o aborto é um cuidado com a mulher? Matar o próprio filho é cuidar dele? A MATERNIDADE RESPONSÁVEL, da qual tanto se fala hoje em dia, é matar o filho no próprio ventre? Quanta responsabilidade. O aborto traz consequências, tanto físicas quanto psicológicas, isso é fato. A mulher vai contra a própria natureza materna ao derramar o sangue de um inocente, quem dirá de uma parte dela mesmo, que se alimenta de seu próprio sangue, que tem a mãe como a maior protetora.
A atriz e cantora Emanuelle Araújo disse: “O aborto não é a melhor escolha, mas em situações gravíssimas a mulher deve fazer essa escolha com SEGURANÇA e com SAÚDE”. Segurança e saúde de quem? A mulher não tem segurança alguma quando se submete ao procedimento da morte, ela pode ter várias complicações, hemorragias, o procedimento pode alterar a sua saúde reprodutiva e até leva-la a óbito. E ainda falam de saúde quando se trata de matar uma criança. Essa frase é uma ironia, porque aborto é sinônimo de MORTE E VIOLÊNCIA, e não de segurança e saúde.
Por fim, o apresentador Pedro Bial fechou o programa e disse duas frases que me chamaram a atenção. A primeira: “Ser a favor da legalização do aborto não é ser a favor do aborto”. Eu me pergunto se ser a favor do aborto é ser a favor da vida então. Pelo amor de Deus, esse homem está brincando com a inteligência da população brasileira, reitero, massivamente A FAVOR DA VIDA DESDE SUA CONCEPÇÃO. A segunda frase: “O respeito à liberdade e aos direitos individuais é um dos fundamentos da sociedade democrática”. O respeito à liberdade de um bebê indefeso, que tem sua mãe como maior abrigo e refúgio não foi levado em conta durante todo o programa, muito menos “os direitos individuais” de uma criança que não tem direito de SER LIVRE, que não tem oportunidade à vida, ponto esse que foi defendido pelo Bispo, quando deixaram ele falar. O melhor seria se esses que defendem o aborto deixassem de ser hipócritas e assumissem que neles não reside escrúpulo algum, que levantam uma bandeira de “direito” falsa, que acham que “dignidade humana” é matar com a consciência limpa para evitar “sujar a sociedade”.

Quero deixar a frase do nosso Sumo Pontífice, o papa Francisco:
Defenda o nascituro contra o aborto mesmo que te persigam, te caluniem, montem armadilhas para ti, te levem às barras do tribunal ou te matem”

In corda Iesu et semper Mariae

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Santa Bernadette: "Eu não sou boa para nada!"

Santa Bernadette ingressou no convento Saint-Gildard, pertencente à Congregação das Irmãs da Caridade de Nevers, onde faleceu com a idade de 35 anos. Seu corpo incorrupto encontra-se ali exposto numa urna e capela especial.
Embora sua vida no convento tenha sido curta, ela deixou muitas lembranças.
Aquele convento era o noviciado das Irmãs da Caridade de Nevers. Após completarem sua formação, as religiosas novas eram encaminhadas a alguma das diversas casas da Ordem.
A distribuição pelos conventos da França era feita no próprio momento da profissão religiosa.
A superiora combinava previamente com o bispo o melhor destino para as freiras.
Na cerimônia, cada uma delas se apresentava ao arcebispo, e este lhe perguntava:
– “Vossa Caridade, para o que é que é boa?” – expressão francesa para dizer o que é que sabe fazer melhor.
A religiosa normalmente respondia: cuidar de doentes, educar crianças, cozinhar, costurar, etc., segundo sua experiência ou inclinação.
Após ouvir sua resposta, o arcebispo lhe indicava o convento para o qual estava destinada, entregava-lhe o Crucifixo da Ordem, o “Livro das Constituições” ou regra da Ordem, bem como a carta de obediência.
Porém, o caso de Santa Bernadette era complicado, pois ela era muito procurada por pessoas que queriam vê-la ou conhecê-la.
Nessas condições, sua vida religiosa ficaria muito atrapalhada por visitantes a toda hora.
A Superiora-geral, Madre Josefina Imbert, e o arcebispo de Nevers, Mons. Teodoro Agostinho Forcade, combinaram então um piedoso ardil para que ela ficasse sempre na clausura da Casa Mãe.
A profissão aconteceu em 30 de outubro de 1867. A turma de Santa era composta por 44 novas religiosas. Cada uma ia sendo chamada, tendo a cerimônia se repetido com cada uma. Santa Bernadette ficou para o fim.
Sentado num troneto, D. Forcade voltou-se para a Superiora-geral, Madre Josefina, e perguntou-lhe:

Enfermaria do convento onde trabalhou e morreu Santa Bernadette
– “E a irmã Maria-Bernarda?” (nome religioso de Santa Bernadette).
– “Monsenhor, ela não é boa para nada!”
Madre Josefina disse-o sorrindo e a meia voz, para que poucos ouvissem, segundo contou a irmã Caldairou.
Era a vez de Santa Bernadette, que se aproximou do prelado.
Ele falou em alta voz:
– “Irmã Maria-Bernarda, a lugar nenhum!”
E depois, voltando-se para a santa, perguntou:
– “É verdade, irmã Maria Bernarda, que Vossa Caridade não serve para nada?”
– “Isso é bem verdade”, respondeu Santa Bernadette.
– “Mas então, minha boa filha, o que é que Nós poderemos fazer com V.?”
– “Eu vos disse bem isso em Lourdes, quando Vossa Excelência quis que eu entrasse na comunidade; e V. E. respondeu que isso não tinha importância”.
Nesse momento a Superiora-geral interveio, e disse:
– “Se Vós o desejais, Monsenhor, nós poderíamos conservá-la conosco por caridade na Casa Mãe, e empregá-la de alguma maneira na enfermaria, ainda que não seja só para fazer a limpeza e preparar as tisanas. Como ela está sempre doente esse será seu melhor lugar.”
Aquiescendo, o arcebispo voltou-se para Santa Bernadette.
– “Eu vou tentar”, respondeu ela.
O bispo tomou então um tom solene e determinou:
– “Eu vos dou a função da oração!”.
Após a cerimônia houve recreação, não tendo Santa Bernadette se mostrado nada ressentida ou ofendida.
A história posterior mostrou que fora a melhor decisão possível.
Santa Bernadette empregou sua vida religiosa no cuidado das freiras doentes e morreu na mesma enfermagem que a viu santificar-se ainda mais.
Fonte: Associação Devotos de Fátima

domingo, 18 de agosto de 2013

Lembranças de um Cadete

É como se ainda pudesse ver o brilho da brilhantina
O cabelo grudento, brilhando como platina
É como se ainda sentasse em seu colo
E continuasse a ouvir suas histórias
De um jovem Cadete, atleta, forte e todo prosa


Seus contos ganharam vida em mim
Assisti à eles como a filmes
Que reprisavam sempre que a saudade parecia uma estrada sem fim
Mas agora perderam as cores
Sem a narração do personagem principal
São apenas como fotos antigas
Memórias perdidas nas ruas da vida
Que estarão sempre penduradas em meu varal

Nunca esquecerei do “eu te amo” mais sincero
Do aperto de mão mais terno
Quando palavras já não eram possíveis
Mas sempre tão visíveis
Pelo brilho em seus olhos
Logo eu tive certeza que o melhor avô do mundo era o meu
Você não mediu esforços

E foi o melhor homem que qualquer pessoa um dia conheceu

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Sobre a vocação de ser mãe

Agradeço a Deus e a Nossa Senhora das Graças pela sua vida, meu filho. Agradeço a Deus por ter feito o MILAGRE da concepção em meu ventre, por ter plantado uma alminha tão pequenina dentro de mim, tão indigna de tanta graça. Como eu te amei meu filho, desde o primeiro instante em que soube de sua existência. Como eu te amei, mesmo quando recebi o diagnóstico de Toxoplasmose, mesmo quando o médico me disse que você poderia nascer deficiente, mal formado, com problemas mentais e que até corria o risco de perdê-lo. Mesmo assim eu te amei, sabendo que Deus tinha operado em mim o milagre da VIDA, que é tão preciosa e tão cara a Ele. Como eu rezei por você, te consagrei à Nossa Mãe do Céu e a São José, sobre os quais você tanto irá me ouvir falar. Mesmo chorando, rezava confiante pela sua vida, semeei com lágrimas de fé e esperança sua chegada. Como é linda a vocação de ser mãe. Pude ver essa beleza pelas provações, e me derreto a cada sorriso seu, a cada olhar que você nos lança, que nos olha tão profundamente que já dizemos que é um olhar “de compreensão”. O menor gesto seu é um milagre para nós, é uma prova que nossa mãezinha do céu se compadeceu de mim num momento tão difícil, e como uma mãe doce e carinhosa, cuidou de você desde a barriga, e também de mim, me mostrando a graça que é cuidar de um milagre divino.
Eu te amo meu filho, te amo imensamente. O amor que eu sinto por você é como olhar para o horizonte, é nunca ver um fim.