segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A mulher católica e os ideais de felicidade e liberdade


Um comentário proferido por certa garota me fez querer escrever sobre o assunto. Ela disse que conhecia mulheres católicas que procuravam viver a retidão, mas eram infelizes. Pela lógica apresentada por ela, essas mulheres sofriam porque não eram “livres”, e consequentemente não poderiam ser felizes vivendo assim. Um argumento apontado foi o fato de que a mulher ser submissa ao homem é humilhante, e isso acabou levando a um turbilhão de coisas.
É possível a mulher ser submissa ao homem e ser feliz? É óbvio que sim. O maior exemplo de submissão da história do planeta foi o de Nossa Senhora. Ela foi uma mulher totalmente submissa a Deus, ao seu marido e até ao seu próprio Filho. Isso não significa que ela foi infeliz, pelo contrário, ela foi proclamada bem-aventurada por todas as gerações (Lc 1,48), Deus achou graça nela (Lc 1,30), e ainda concebeu o Filho de Deus. Eu não sei se as mulheres hoje conseguem compreender a grandeza desses fatos. Nossa Senhora é o nosso maior exemplo, nossa razão de ser! Ela foi uma mulher forte, lutou bravamente ao lado de São José para superar todas as provações, foi uma verdadeira heroína, NOSSA HEROÍNA, e foi TOTALMENTE SUBMISSA.
É impossível dizer que Maria foi infeliz. E se nós mulheres nos espelhamos nela, por que dizem que somos infelizes? Por que buscar a retidão numa família hoje é sinônimo de infelicidade? De atraso? A mulher não sabe mais o que é liberdade. Estão confundindo liberdade com libertinagem, estão achando que a mulher tem que “ganhar o mundo” para conquistar suas vitórias. Que vitórias? Existe vitória maior que uma família reta, unida, feliz, temente a Deus, observadora da moral e dos bons costumes? As mulheres de fato estão “ganhando o mundo” por aí. Estão ganhando também os filhos afundados nas drogas, na bandidagem, na perdição e no pecado. Isso é felicidade?
Deus deu um papel invejável a toda mulher, um papel único e imprescindível. Por meio da submissão, Nossa Senhora provou que essa é a maior força que uma mulher pode ter. Por meio da submissão é possível ser querida de Deus, ser verdadeiramente especial, única! Submissão não é humilhação, é ser superior aos desejos mundanos, aos ideais que estão destruindo a sociedade, é ser muito mais que só mais uma mulher no mundo, é REALMENTE FAZER DIFERENÇA na sociedade apodrecida pela modernidade de hoje.

In corda Iesu et semper Mariae